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	<title>Arquivos roi | Branded Content Brasil</title>
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	<description>Os fundamentos e a prática da construção de conteúdo para marcas</description>
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	<title>Arquivos roi | Branded Content Brasil</title>
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		<title>Afinal, o que é engajamento? E por que é tão relevante?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Pacheco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 21:42:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já há algum tempo, engajamento se tornou palavra-chave em qualquer plano de&#160;marketing. Ao mesmo tempo em que se popularizou, o termo ganhou muitos novos significados. Mas uma definição universalmente precisa...</p>
<p>O post <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br/2020/08/03/afinal-o-que-e-engajamento-e-por-que-e-tao-relevante/">Afinal, o que é engajamento? E por que é tão relevante?</a> apareceu primeiro em <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br">Branded Content Brasil</a>.</p>
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<p>Já há algum tempo, engajamento se tornou palavra-chave em qualquer plano de&nbsp;<em>marketing</em>. Ao mesmo tempo em que se popularizou, o termo ganhou muitos novos significados. Mas uma definição universalmente precisa é menos importante do que localizar-se em meio ao&nbsp;<em>hype</em>: ou seja, entender qual é sua real importância nas estratégias de negócio.</p>



<p>Na academia, o conceito também não está consolidado. Mas uma das autoras mais citadas no assunto é Linda Hollebeek, que sugere<a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftn1"><sup>[1]</sup></a>&nbsp;uma intersecção entre fatores cognitivos, afetivos e comportamentais na interação positiva entre consumidores e marcas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="738" height="764" src="//i2.wp.com/brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel1.png" alt="" class="wp-image-3804" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel1.png 738w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel1-290x300.png 290w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel1-600x621.png 600w" sizes="(max-width: 738px) 100vw, 738px" /><figcaption>Modelo de Hollebeek indica, nas interações com marcas, três aspectos que compõem o engajamento.</figcaption></figure></div>



<p>O engajamento está, portanto, além do&nbsp;<em>like</em>: passa também pela subjetividade do consumidor, que motiva a interação com a marca e que poderá significar intenção de compra. Podemos situá-lo numa posição intermediária do funil de mídia — dentro da etapa de consideração. Ainda, assumindo essa lógica, consideramos que o engajamento não se limita ao ambiente digital<a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftn2"><sup>[2]</sup></a>: inclui de forma geral as manifestações do público (para além da compra) a favor de uma marca, como o boca-a-boca.</p>



<p>Temos que a relevância do engajamento, em qualquer formato, se explica por sua função na jornada de compra. Mas sua popularidade mais recente tem a ver com a evolução da publicidade. A explosão do acesso às redes sociais, impulsionada pelos&nbsp;<em>smartphones</em>, trouxe a reboque uma forte presença de propaganda nesse ambiente — que, para 82% dos consumidores, segundo&nbsp;<a href="https://www.ogilvyasia.com/topics/data/eight-global-trends-that-will-affect-you/">pesquisa</a>&nbsp;da Ipsos, atrapalha o que querem fazer na internet. Daí a necessidade de que as marcas estabeleçam conexões reais com seu público: diante do baixo desempenho da publicidade indesejada, que interrompe, passa-se a buscar interações de mão dupla, comumente medidas pela taxa de engajamento.</p>



<p>Para as marcas, esse é o maior desafio de toda a jornada de compra, de acordo com 1.000 CMOs&nbsp;<a href="https://www.dentsuaegisnetwork.com/reports/our_thinking_consumer_landing_page_download_cmo_">ouvidos</a>&nbsp;pela Dentsu: além da intolerância a anúncios, a sobrecarga de informação e a crescente competição dificultam a missão das marcas na busca pelos corações e pelas mentes do público — seus aspectos afetivos e cognitivos, como propõe Hollebeek.</p>



<p>A complexa tarefa de fazer com que os consumidores, e não só a marca, sejam puxadores de conversa passa pela formação de comunidades virtuais. Referência no tema, Jochen Wirtz<a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftn3"><sup>[3]</sup></a>&nbsp;defende que elas são extensões das comunidades reais. Pense, por exemplo, em tribos urbanas e nas marcas associadas a seus símbolos e estilos, ou em fãs de Lego e Harley-Davidson: a identidade social dessas pessoas passa a ser explicada pelas marcas que consomem, e a autoidentificação é o ponto de partida dessa história<a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftn4"><sup>[4]</sup></a>.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="900" height="444" data-id="3805" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel2.png" alt="" class="wp-image-3805" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel2.png 900w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel2-300x148.png 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel2-768x379.png 768w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel2-600x296.png 600w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption class="wp-element-caption">Esquema de pesquisadores da UFRJ explica a formação de brand communities: o primeiro passo é a autoidentificação do consumidor com a marca, no campo cognitivo e afetivo.</figcaption></figure>
</figure>



<p>Se o engajamento real com uma marca começa pela percepção de atributos e valores com os quais os consumidores se identificam, a narrativa, o propósito e a personalidade da marca são trunfos para trabalhar nessa direção. É nesse momento em que voltamos ao&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>e sua capacidade de&nbsp;<a href="https://brandedcontentbrasil.com.br/2020/06/07/a-grande-estrela-das-narrativas-das-marcas-11/">impacto emocional</a>, de transmitir mensagens e de atingir a subjetividade de modo a produzir identificação. Um&nbsp;<em>like&nbsp;</em>pode ser, ou não, a comprovação desse processo.</p>



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<p><a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftnref1"><sup>[1]</sup></a>&nbsp;HOLLEBEEK, L. D. et al.&nbsp;Consumer Brand Engagement in Social Media: Conceptualization, Scale Development and Validation.&nbsp;Journal of Interactive Marketing 28, 2014, pp. 149–165.</p>



<p><a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftnref2"><sup>[2]</sup></a>&nbsp;VAN DOORN, Jenny apud WIRTZ, Jochen et al.&nbsp;Managing brands and customer engagement in online brand communities.&nbsp;Journal of Service Management Vol. 24, No. 3, 2013, pp. 223-244.</p>



<p><a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftnref3"><sup>[3]</sup></a>&nbsp;WIRTZ, Jochen et al.&nbsp;Managing brands and customer engagement in online brand communities. Journal of Service Management Vol. 24, No. 3, 2013, pp. 223-244.</p>



<p><a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftnref4"><sup>[4]</sup></a>&nbsp;FREITAS, Flávia D&#8217;albergaria; DE ALMEIDA, Victor Manoel Cunha.&nbsp;Theoretical Model of Engagement in the Context of Brand Communities.&nbsp;Brazilian Business Review v. 14, n. 1, 2017, pp. 86-107.</p>



<p></p>



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		<title>Branded content: como mensurar seu sucesso?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Pacheco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 12:52:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Medir o sucesso de qualquer ação começa por compreender seu real objetivo.&#160;Neste artigo, vimos que o&#160;branded content&#160;é um recurso que pode ser útil a qualquer um dos objetivos de um&#160;funil...</p>
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<p>Medir o sucesso de qualquer ação começa por compreender seu real objetivo.&nbsp;<a href="https://brandedcontentbrasil.com.br/2020/06/07/a-grande-estrela-das-narrativas-das-marcas-10/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Neste artigo</a>, vimos que o&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>é um recurso que pode ser útil a qualquer um dos objetivos de um&nbsp;<a href="https://miro.medium.com/max/1400/1*tqoTogS6P9tf2xuRVsLQJA.png" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">funil de mídia</a>: de qualquer forma, sua performance tende a ser superior à de um anúncio tradicional por, principalmente, capturar a atenção do público à mensagem.</p>



<p>É por isso que a maior parte das iniciativas de&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>tem como foco transmitir os conceitos e elementos da campanha, uma narrativa de marca e seu propósito. Isso significa aumento do interesse e da consideração do público pela marca e pelo produto em questão — ou seja, quem já tinha conhecimento sobre a marca, idealmente, passa a compreender melhor sua proposta de valor e diferenciação —, pavimentando o caminho para a conversão. Mas como podemos nos assegurar disso?</p>



<p>Trata-se de uma tarefa muito mais complexa do que fazem parecer algumas das ferramentas de&nbsp;<em>marketing</em>&nbsp;digital: disseminou-se a percepção de que poderíamos visualizar, por exemplo, o investimento direcionado para a geração de&nbsp;<em>leads&nbsp;</em>ou para vendas, comparar com seu resultado financeiro e teríamos, então, o ROI. O mercado publicitário superou essa ideia a partir da prática: direcionar 100% do investimento de mídia para converter é uma estratégia insustentável fora do curto prazo. E sabe-se que, numa campanha completa, o investimento em ações com foco em&nbsp;<em>awareness&nbsp;</em>ou consideração influenciará o resultado em vendas — mas os&nbsp;<em>dashboards&nbsp;</em>são muitas vezes incapazes de trazer uma visão integrada que dê conta dessa correlação.</p>



<p>Embora na vida real a jornada do consumidor não siga necessariamente o trajeto desenhado pelo funil, ele nos dá uma noção aproximada do objetivo de cada ação estipulada por um plano.&nbsp;<a href="https://business.linkedin.com/marketing-solutions/blog/linkedin-news/2019/the-long-and-short-of-roi" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Este artigo</a>, da equipe do LinkedIn Marketing Solutions, traz uma boa metáfora: se a publicidade fosse um livro, os KPIs (indicadores-chave de performance) seriam capítulos, e o ROI, o que aprendemos do livro como um todo. Ele é uma métrica totalizante, a ser medida ao final de uma campanha, considerando-se todas as suas fases.</p>



<p>O KPI ideal do capítulo da consideração seria uma pesquisa de&nbsp;<em>brand lift.</em>&nbsp;Numa explicação grosseira: uma amostra isolada do público-alvo é questionada quanto a sua percepção sobre determinada marca ou produto; assiste, por exemplo, a um&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>na televisão; enfim, responde a um novo questionário capaz de medir o que mudou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="832" height="346" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/linkedin.png" alt="" class="wp-image-3929" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/linkedin.png 832w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/linkedin-300x125.png 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/linkedin-768x319.png 768w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/linkedin-600x250.png 600w" sizes="(max-width: 832px) 100vw, 832px" /><figcaption>Exemplo de um estudo de brand lift, aqui considerando exposição a uma marca no Facebook e na TV: maior precisão na avaliação da eficiência de cada meio (reprodução: <a href="https://techoverlook.com/measure-brand-lift-across-tv-and-facebook/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Tech Overlook</a>).</figcaption></figure>



<p>Esse método pode, também, responder a outras perguntas e tornar a estratégia de negócio mais assertiva. Vale a pena o esforço para produzir um&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>em vez de um comercial de 30 segundos? Pode-se expor uma amostra equivalente do público a um anúncio tradicional e comparar. A depender do desenho das perguntas, o resultado poderá revelar, por exemplo, que aquele&nbsp;<em>branded content</em>&nbsp;falha em sua missão de relevância.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="426" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/lnkpi.png" alt="" class="wp-image-3930" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/lnkpi.png 900w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/lnkpi-300x142.png 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/lnkpi-768x364.png 768w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/lnkpi-600x284.png 600w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption>Uma visão sobre possíveis métricas para os principais objetivos de comunicação. Artigo disponível <a href="https://business.linkedin.com/content/dam/me/business/en-us/amp/marketing-solutions/images/marketing-roi/pdf/The_Long_and_Short_of_ROI.pdf" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">on-line</a>.</figcaption></figure>



<p>Quando esse tipo de mensuração não é viável, o básico é considerar indicadores relacionados ao objetivo pretendido. O sucesso de uma ação de conversão não pode ser avaliado pela régua do&nbsp;<em>awareness</em>, evidentemente: abaixo estão alguns indicadores típicos de cada uma das principais fases do funil de mídia. Cabe definir qual ou quais KPIs mais se aproximam do objetivo esperado e entender por que os estamos monitorando.</p>



<p>Outro caminho é experimentar e medir. Por exemplo, espaçar os esforços de comunicação dentro do período da campanha: um dia sem nenhuma publicidade, outro com apenas um&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>na TV. Qual foi o reflexo no número de visitas ao&nbsp;<em>site</em>, ou na quantidade de comentários sobre a marca nas redes sociais? São muitas as possibilidades de testes capazes de refinar o mix de mídia e gerar dados para embasar decisões futuras. Dar o primeiro passo é fundamental.</p>
<p>O post <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br/2020/07/01/branded-content-como-mensurar-seu-sucesso/">Branded content: como mensurar seu sucesso?</a> apareceu primeiro em <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br">Branded Content Brasil</a>.</p>
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