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	<title>Arquivos Netflix | Branded Content Brasil</title>
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	<description>Os fundamentos e a prática da construção de conteúdo para marcas</description>
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	<title>Arquivos Netflix | Branded Content Brasil</title>
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		<title>A publicidade no mundo sob demanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Pacheco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jun 2024 23:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[V.o.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[plataformas]]></category>
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<p>Muito já foi dito sobre as mudanças que, ao longo da última década, os serviços de vídeo&nbsp;<em>on demand&nbsp;</em>têm provocado no consumo de mídia. Com muito mais autonomia para escolher o que assiste, em qualquer tela, o público tende a evitar, pular, fugir do que não é de seu interesse. A publicidade não fica de fora dessa transformação: a audiência disposta a, passivamente, receber e assimilar qualquer propaganda está em extinção. Pessoas impactadas não são, necessariamente, pessoas que capturaram a mensagem do modo idealizado pela estratégia de marca.</p>



<p>Por mais divertidos que sejam a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pH-ZkuNoyPU" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Aracy da Top Therm</a> ou o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=IWrgrrLdQPQ" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Juarez da TekPix</a>, o <em>hard sell </em>perde espaço nesse contexto. A publicidade tradicional vê seus pontos de contato com o consumidor se tornarem escassos e ineficientes, e forçar a reabertura dessas janelas com conteúdo indesejado parece um futuro pouco promissor. Hoje, a corrida das marcas é por relevância — e o conhecimento profundo do consumidor é imperativo para conquistá-la. Parte da mudança em curso, as plataformas de <em>streaming</em> têm muito a ensinar.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="512" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/house-of-cards-season-5-1-1024x512.jpg" alt="" class="wp-image-3745" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/house-of-cards-season-5-1-1024x512.jpg 1024w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/house-of-cards-season-5-1-300x150.jpg 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/house-of-cards-season-5-1-768x384.jpg 768w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/house-of-cards-season-5-1-1536x768.jpg 1536w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/house-of-cards-season-5-1-1000x500.jpg 1000w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/house-of-cards-season-5-1-670x335.jpg 670w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/house-of-cards-season-5-1-600x300.jpg 600w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/house-of-cards-season-5-1.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Cruzamento de dados comportamentais dos usuários explica a concepção de House of Cards (Imagem: reprodução)</figcaption></figure>



<p>O caminho escolhido pela Netflix para a versão americana de <em>House of Cards</em>, nasceu de um <a href="https://neilpatel.com/blog/how-netflix-uses-analytics/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">cruzamento dessas preferências</a>, segundo relato de um executivo da empresa: <em>A rede social</em>, filme dirigido por David Fincher, registrava excelentes índices de visualização do início ao fim (<a href="https://www.gourmetads.com/glossary/video-completion-rate/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener"><em>completion rate</em></a>); a versão original, britânica, de <em>House of Cards </em>se destacava pela audiência, e uma parte significativa desse público também assistia a filmes dirigidos por David Fincher e estrelados por Kevin Spacey. Essa sinergia orientou a decisão, em 2013, de investir US$ 100 milhões por duas temporadas de 13 episódios — que se revelaram um fenômeno de audiência e repercussão. Esse tipo de combinação das preferências do público orienta os algoritmos de recomendação de conteúdo, peça fundamental do modelo de negócio dos serviços de VOD.</p>



<p>A inteligência de dados construída a partir do consumo nas plataformas também pode embasar estratégias de <em>marketing </em>de conteúdo, tanto em sua concepção quanto na distribuição. Pouco é divulgado a respeito da lógica de funcionamento dos sistemas de recomendação no VOD, mas a segmentação por interesse esse meio — onde o <a href="https://backlinko.com/hub/youtube/watch-time" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener"><em>watch time</em></a> de cada conteúdo é bastante superior ao das redes sociais — indica perspectivas interessantes para marcas: há espaço para narrativas mais sofisticadas, com <a href="https://www.nielsen.com/us/en/insights/article/2016/quality-branded-content-outperforms-pre-roll-advertising/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">maior índice de atenção</a> e mais assertividade.</p>



<p>Tanto no cinema quanto em séries e programas de TV, há muito tempo o mercado publicitário trabalha com a inserção de produtos integrados ao conteúdo. Essa estratégia continua sendo adotada e é eficiente para objetivos de&nbsp;<em>awareness</em>— isto é, para aumentar a lembrança da marca — uma vez que, dentro de um conteúdo de interesse do público, não passará despercebida. No entanto, o&nbsp;<em>awareness&nbsp;</em>é apenas a etapa inicial do funil de mídia: ter uma marca conhecida não é suficiente para uma estratégia de publicidade eficaz. Os fatores de decisão de compra são cada vez mais numerosos, de entendimento complexo, e demandam das marcas uma narrativa sólida e convincente, que transmita a proposta de valor do produto, diferencie-se dos concorrentes e se associe aos valores, atributos, personalidade e sentimentos desejados.</p>



<p>Como dar conta de tantos aspectos em janelas tão breves de diálogo com o público, que de forma geral está pouco interessado no que empresas têm a lhe dizer?&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Unknown-1024x576.png" alt="" class="wp-image-3715" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Unknown-1024x576.png 1024w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Unknown-300x169.png 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Unknown-768x432.png 768w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Unknown-1536x864.png 1536w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Unknown.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Documentário financiado pela Netscout explora a narrativa da marca sem superexposição comercial (Imagem: reprodução)</figcaption></figure>



<p>O documentário <em>Eis os delírios do mundo conectado</em>, de Werner Herzog, teve o financiamento e a cocriação da <a href="https://br.netscout.com/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Netscout</a>, desenvolvedora de <em>softwares</em> com atuação B2B. <a href="https://www.fastcompany.com/3056200/how-a-brand-and-ad-agency-made-werner-herzogs-new-hit-sundance-doc-possible" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Nasceu de uma reunião de <em>briefing</em></a><em> </em>de uma campanha de comunicação, que tinha como objetivo celebrar pessoas e empresas que evoluem e protegem o mundo conectado. O resultado deu luz a um discurso de marca claro e consistente, que resolve as nuances pretendidas pela marca e estabelece um ponto de contato de fato relevante com o público — um diretor reconhecido por clássicos do cinema documental abordando um tema de forte apelo: as transformações provocadas pela internet na sociedade contemporânea, com relatos de seus protagonistas. </p>



<p>Se o futuro é a derrubada das fronteiras entre publicidade e conteúdo, que nos esforcemos para que esse resultado seja interessante: é, sim, possível resolver os desafios de comunicação das marcas com conteúdo que dá vontade de ver, mesmo em meio a um catálogo que parece infinito.</p>
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		<title>Por que o vídeo aumenta as vendas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Dec 2021 20:46:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[brinquedos]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[he-man]]></category>
		<category><![CDATA[heman]]></category>
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<p>Quando eu era criança, na década de 1980, fui fascinado por bonecos do He-Man (Mattel). O brinquedo custou a chegar no Brasil, mas o desenho, nas manhãs da Globo, havia chegado antes e provocado em mim (e em muitas crianças) a vontade de ter os personagens em casa para brincar.&nbsp;</p>



<p>Mais de três décadas depois, é lançado o documentário A Força de Grayskull: A História de He-Man e os Mestres do Universo (2018, Canadá-EUA), disponível no catálogo da Netflix. Nele, é desvendada a criação do He-Man. A coleção foi lançada como brinquedo nas lojas norte-americanas antes do desenho, subvertendo a cronologia que tinha registrado em minha mente de criança brasileira, mas corroborando com a lógica do universo com o qual hoje trabalho e sobre o qual escrevo e leciono na Faculdade Cásper Líbero: o branded content.</p>



<p>O branded content é conteúdo de marca, em formato curto ou longo, que desperta elementos afetivos na audiência a ponto de mobilizá-la a envolver-se ainda mais com a marca, o produto ou o serviço. O elemento técnico que marca o branded content e o diferencia dos publieditoriais no meio impresso ou em sites na internet é o fato de ser em vídeo. Sim, precisa ser em vídeo e essa é a demarcação daquilo que, em marketing, denominamos branded content.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="760" height="398" src="//i2.wp.com/brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/12/he-man-01.jpg.jpeg" alt="" class="wp-image-4938" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/12/he-man-01.jpg.jpeg 760w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/12/he-man-01.jpg-300x157.jpeg 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/12/he-man-01.jpg-600x314.jpeg 600w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure></div>



<p>O fato de uma ação de marca ser em vídeo faz diferença. A linha de brinquedos He-Man e She-ha não seria o sucesso mundial que foi se não houvesse uma narrativa da marca brilhante para mobilizar a paixão dos consumidores pelos personagens e, consequentemente, pelo produto. Lego não estaria em outro patamar de negócio se não houvesse lançado seus filmes inspirados nos produtos da marca. Não haveria parque temático do bruxo Harry Potter se não se tivesse traduzido o livro para filmes. E não à toa a Disney comprou a franquia Star Wars porque sabe a quantidade de subprodutos que pode extrair da marca, de brinquedos à nova ala temática do parque Hollywood Studios.</p>



<p>E é o vídeo que faz isso. O vídeo, claro, é mais distribuído por diferentes plataformas porque é mais consumido. E ainda arrisco a simplificar anos de pesquisa sobre o tema ao propor a seguinte experiência: olhe uma foto de chocolate (se você gosta de chocolate). Certamente, vai ter vontade de comer. Agora, assista a um vídeo de alguém comendo chocolate (pode ser um filme publicitário, inclusive). Garanto que a vontade irá aumentar exponencialmente. É isso que o vídeo faz de forma mais potente que as imagens fixas: gera identificação projetiva, mobiliza afetos e paixões dos consumidores e auxilia as marcas a resolverem uma etapa de negócio que está além do preço e do brand awareness (conhecimento da marca). É aí que entra o branded content. E é aí que entram todas as demais ações de conteúdo de marca em vídeo.</p>
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