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	<title>Arquivos merchandising | Branded Content Brasil</title>
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	<description>Os fundamentos e a prática da construção de conteúdo para marcas</description>
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	<title>Arquivos merchandising | Branded Content Brasil</title>
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		<title>Branded Content: Conceito, Evolução e Critérios para Prática Profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 01:26:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
		<category><![CDATA[advertainment]]></category>
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<p></p>



<p>O conceito de branded content ainda é vago. Se levantarmos a bibliografia que conceitua o termo, ainda há poucas publicações, mesmo em língua inglesa. A conceituação que pode embasar o mercado para melhor entendimento do que é branded content tende a ser menos confusa, no momento, quando remonta à pesquisa acadêmica sobre o tema e a entidades que delimitam a prática, como a <a href="https://www.thebcma.info/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Branded Content Marketing Association</a>.&nbsp;</p>



<p>Por mais que o termo branded content seja utilizado &#8211; muitas vezes de maneira equivocada para se referir a ações publicitárias integradas no conteúdo &#8211; , a arqueologia da expressão o não permite associá-lo a qualquer prática de conteúdo publicitário. E é coerente. O branded content é uma forma de advertainment. Ele é a evolução deste formato cujo nome é pouco falado no mercado, em que conteúdo e publicidade borram fronteiras para fazerem-se presentes no mesmo momento de consumo de narrativas pela audiência. A pesquisadora Cristel Antonia Russel (2007)&nbsp; traz uma régua da evolução de formatos de advertainment que considero fundamental para entender o contexto do branded content hoje.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="396" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/evolucao-advertainment-1024x396.png" alt="" class="wp-image-3866" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/evolucao-advertainment-1024x396.png 1024w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/evolucao-advertainment-300x116.png 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/evolucao-advertainment-768x297.png 768w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/evolucao-advertainment-1536x594.png 1536w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/evolucao-advertainment-600x232.png 600w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/evolucao-advertainment.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>FONTE: Russel, C. A. Advertainment – Fusing Advertising and Entertainment.</figcaption></figure>



<p>O advertainment parte das ações de product placement, conhecidas no jargão publicitário como merchandising, ou mesmo <em>merchan</em>. Evolui para qualquer tipo de ação integrada no conteúdo &#8211; e aqui podemos falar de ações conceituais, cenas criadas para tratar de produtos ou ideias e qualquer outra ação publicitária que seja embarcada em uma narrativa já pronta. A pesquisadora apresenta o termo branded entertainment como a conceito-chave para narrativas em que a marca não só traz seus enunciados direta ou indiretamente, mas tem como prerrogativa entreter o público (cativá-lo, afetá-lo).</p>



<p>O conceito de Russel é útil para começarmos a entender a fundamentação do formato de branded content&nbsp; e nos equipar com um olhar que permita identificar o que estamos assistindo enquanto audiência ou brifando e construindo enquanto profissionais.&nbsp;</p>



<p><em>É uma ação de placement? Um merchandising?</em></p>



<p><em>É uma ação embarcada em um contexto já existente (uma ação integrada)?&nbsp;</em></p>



<p><em>Ou é um entretenimento totalmente pago e endossado por uma marca?</em></p>



<p>Dou um passo além. A conceituação da pesquisadora não explicita as outras possibilidades do advertainment que permitam identificar um branded content. Este é um termo que engloba gêneros narrativos que vão além do entretenimento, passando por ficção, esporte, reality shows e conteúdos factuais, inclusive o jornalismo. Todos podem ser endossados e financiados por marcas, desde que declaradamente. E é esse um dos fatores que caracterizam o branded content: a marca precisa declaradamente financiar determinado conteúdo, mesmo que não protagonize ou apareça na narrativa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/BC-Aula-3-cópia-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-3867" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/BC-Aula-3-cópia-1-1024x576.jpg 1024w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/BC-Aula-3-cópia-1-300x169.jpg 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/BC-Aula-3-cópia-1-768x432.jpg 768w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/BC-Aula-3-cópia-1-1536x864.jpg 1536w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/BC-Aula-3-cópia-1-2048x1152.jpg 2048w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/BC-Aula-3-cópia-1-600x337.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Perspectiva de evolução de formatos de advertainment. Moura, L com referência em  Russel, C.</figcaption></figure>



<p>Outro ponto que demarca o branded content é o fato de ser em vídeo. Por uma questão de conceituação, ele difere-se do publieditorial por este motivo. Afinal, um publieditorial poderia ser a semente de uma narrativa de marca, e é. Mas, se formos chamar de branded content, o que se construiu enquanto conceito até então o delimita a narrativas em vídeo.&nbsp;</p>



<p>Referência no campo, o professor Bjoern Asmussen, da Universidade de Oxford Brookes, membro da branded content Marketing Association, e um dos principais embaixadores (e enquadradores) do formato, aponta que o Branded Content deve: </p>



<ol class="wp-block-list"><li>oferecer valor ao público que pode ser alcançado através de: criação de experiências envolventes (conteúdo divertido, informativo, educativo etc); </li><li>permitir conexão às necessidades, desejos, interesses e/ou paixões do público; </li><li>ser uma produção de material de alta qualidade; </li><li>transmitir de transparência/autenticidade; </li><li>ser sutil (embora seja possível também fazer venda mais direta dependendo  do  contexto); </li><li>apresentar narrativas atraentes;</li><li>permitir o compartilhamento  de conteúdo </li></ol>



<p>É possível simplificar o conceito de Asmussen, sem deixar de atuar de forma alinhada com o pesquisador de Oxford. Há pesquisadores e profissionais brasileiros que aterrissam o conceito do termo de maneira que fique clara para o profissional, para o cliente e para o público quando a narrativa é um enunciado de uma marca. Manter-se alinhado a um linha de pensamento e conceituação do termo permite coerência e clareza na nossa prática profissional. É também a publicação dos conceitos adequados sobre o formato de branded content que vai permitir que o mercado, a academia e os mecanismos de regulação possam atuar de forma profícua para todos os envolvidos neste mercado.</p>
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		<title>Maisa, Saia Justa e Branded Content</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Campos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 15:19:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Integrada no Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[higiene pessoal e beleza]]></category>
		<category><![CDATA[intimus]]></category>
		<category><![CDATA[Kimberly]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2018<strong> refleti sobre a sensação de pertencimento do telespectador no debate do programa Saia Justa,</strong> GNT, no meu artigo de conclusão da especialização em Jornalismo Cultural. Na época, o programa usava, como recurso, a função de ”enquete&#8221; do Instagram para trazer o público para ao sofá e fortalecer esse sentimento. <em>Escreverei especificamente sobre isso, em um outro momento.<br><br></em>Depois de assistir os programas exibidos em 27 de maio e 3 de junho de 2020, <strong>volto a refletir sobre o Saia Justa.</strong> No <em>Saia</em> que cito, de maio, as pautas foram: Falta de abraço, <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=vUJrWwyz89s" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chega de Estigma</a> </strong>e Criatividade na pandemia. Tudo conforme sempre ocorre, com pautas contemporâneas.<br><br>O que me chamou atenção foi, de cara, a pauta sobre menstruação, que logo foi lembrado por Astrid Fontenelle, apresentadora e responsável por mediar o debate, que no dia seguinte, 28 de maio, é lembrado como o <strong>Dia Internacional da Higiene Menstrual</strong> (data que existe desde 2014). Na conversa, além de Pitty, Mônica Martelli e Gaby Amarantos, que compõem o time de apresentadoras, convidaram a influenciadora Thaynara OG para falar sobre a sua experiência com a menstruação. Após o depoimento da maranhense, a Astrid faz um convite a audiência: que entrem no canal de Youtube do GNT, pois existe uma s<strong>érie sobre o Estigma da menstruação</strong> lá. Tudo certo… até o intervalo comercial, quando o telespectador é exposto ao <strong>comercial de Intimus</strong>, marca do segmento de higiene e proteção íntima feminina, tendo como uma de suas embaixadoras: Thaynara OG.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="960" height="508" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/0-1-1.jpg" alt="" class="wp-image-3825" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/0-1-1.jpg 960w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/0-1-1-300x159.jpg 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/0-1-1-768x406.jpg 768w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/0-1-1-600x318.jpg 600w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption>(Imagem: Reprodução)</figcaption></figure>



<p>Na hora, quando associei uma coisa a outra, achei interessante terem a pauta patrocinada, mas ao mesmo tempo, perigoso, pois não houve nenhuma sinalização de conteúdo patrocinado durante o programa. Claro, aguardei para ver os créditos finais (quantas pessoas fazem isso? Eu criei esse costume e SEMPRE vejo), e <strong>bingo, lá estava, Intimus como merchandising.</strong> Assisti novamente e avalio esta estratégia como interessante para o formato do Saia Justa, que pode, em muitos momentos, ajudar a legitimar muitos discursos.<br><br>Além do fragmento da mensagem da campanha, a palavra “estigma”, usada na campanha, é repetida diversas vezes, e Thaynara, em seu depoimento, usa um vestido rosa, a cor utilizada por Intimus. <strong>Os detalhes e a sutileza ao conduzirem esse “merchan”, para mim, são essenciais na construção da subjetividade </strong>para reforçar a campanha. A série no canal de YouTube do GNT acontece desde março. Acertaram.<br><br>No programa de junho, receberam a Maisa, apresentadora, que dispensa sobrenome, com a pauta sobre “Rituais”, com o foco no recém completados 18 anos dela. Quando a Maisa começou a falar sobre os ritos de passagem que vem lidando, já tinha imaginado que se tratava de uma pauta patrocinada, já que ela é contratada do SBT, o que justificaria a presença dela em uma outra emissora. Mas me frustrei aqui. Não era.<br><br>Eu já tinha previsto, erroneamente, que ela falaria sobre o ritual do “meu primeiro carro&#8221;, já que dias antes de chegar a maior idade, Maisa pediu ajuda no Twitter, sobre qual carro/modelo ela deveria comprar. E gerou um burburinho entre seus milhares de seguidores, contando com a interação de Bruno Gagliasso e Marina Ruy Barbosa, que são embaixadores de Renault.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="529" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/twitter.png" alt="" class="wp-image-3824" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/twitter.png 576w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/twitter-300x276.png 300w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption>(Imagem: Reprodução)</figcaption></figure></div>



<p>O tuíte fazia parte de uma ação encabeçada pela DPZ&amp;T. <strong>A mesma estratégia de Intimus poderia ter sido aplicada aqui&#8230;<br></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="473" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/renaultmaisa-1024x473.jpg" alt="" class="wp-image-3823" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/renaultmaisa-1024x473.jpg 1024w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/renaultmaisa-300x138.jpg 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/renaultmaisa-768x354.jpg 768w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/renaultmaisa-600x277.jpg 600w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/renaultmaisa.jpg 1170w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>(Imagem: Reprodução)</figcaption></figure>



<p>Com isso, guardo algumas lições: sempre leiam os créditos dos programas; cuidem dos detalhes, dos menores possíveis, tudo contribuí; tentem conhecer o máximo do entrevistado/convidado; as oportunidades precisam ser criadas e quando encontradas nos detalhes&#8230;; valorizem quem conhece o produto; não esqueçam do poder do crossmedia e, por último, o <strong>Branded Content não é mais novidade, é a realidade presente e o futuro. </strong></p>
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