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	<title>Arquivos engajamento | Branded Content Brasil</title>
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	<description>Os fundamentos e a prática da construção de conteúdo para marcas</description>
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	<title>Arquivos engajamento | Branded Content Brasil</title>
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		<title>Até que ponto conhecemos os nossos vieses e o repertório de nosso público?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 22:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de Caso]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No apagar das luzes de 2025, a Alpargatas entrou em uma crise de reputação que rapidamente se traduziu em impacto financeiro: suas ações recuaram cerca de 3% na segunda-feira, 22...</p>
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<p>No apagar das luzes de 2025, a <strong>Alpargatas</strong> entrou em uma crise de reputação que rapidamente se traduziu em impacto financeiro: suas <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/mercado/acoes-da-alpargatas-caem-na-bolsa-em-meio-a-polemica-politica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ações recuaram cerca de 3% na segunda-feira, 22 de dezembro</a>. O gatilho foi o filme de fim de ano estrelado por <strong>Fernanda Torres</strong>, no qual a atriz recomenda que os brasileiros entrem em 2026 “não com o pé direito, mas com os dois pés”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="414" height="280" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/12/HAVAIANAS_LOJA_15s_16x9_FRAME_03.jpg.webp" alt="" class="wp-image-5566" style="width:443px;height:auto" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/12/HAVAIANAS_LOJA_15s_16x9_FRAME_03.jpg.webp 414w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/12/HAVAIANAS_LOJA_15s_16x9_FRAME_03.jpg-300x203.webp 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/12/HAVAIANAS_LOJA_15s_16x9_FRAME_03.jpg-89x60.webp 89w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/12/HAVAIANAS_LOJA_15s_16x9_FRAME_03.jpg-133x90.webp 133w" sizes="(max-width: 414px) 100vw, 414px" /></figure>



<p>A frase, em si, parece inofensiva, como um jogo de linguagem publicitário. O “entrar com o pé direito” carrega um lastro simbólico antigo, associado a superstições que opõem o direito (o sagrado, o correto) ao esquerdo (o sinistro, o errado). Trata-se de uma crença incorporada à cultura brasileira, historicamente marcada por rituais, metáforas e leituras místicas do cotidiano.</p>



<p>O problema começa quando esse enunciado é colocado em circulação em um contexto político específico. Fernanda Torres é ainda reconhecida por posições públicas alinhadas à esquerda. Em um país polarizado e às vésperas de um ano eleitoral, não é difícil entender por que setores da extrema direita passaram a interpretar — por oportunismo ou por literalidade — que a marca estaria sugerindo “não entrar pela direita” em 2026. Ou seja: não votar à direita. Uma opção entre nós, da Comunicação, é achar que a audiência é burra e a direita oportunista. Outra opção é fazermos uma reflexão séria do que pode ter ocorrido no processo.</p>



<p>Não me parece plausível que tenha sido o plano da Alpargatas ou da agência o debate que está acontecendo sobre o tema. Afinal, como os próprios afirmam, “Havaianas, todo mundo usa”. É difícil ignorar o fato de que uma peça que passou por tantas mãos — criação, produção, aprovação — não tenha despertado, em nenhum momento, esse tipo de alerta interpretativo.</p>



<p>É justamente aí que a questão deixa de ser um “mal-entendido pontual” e passa a revelar algo mais estrutural: a publicidade, historicamente, opera dentro de uma bolha progressista, como já operou dentro de uma bolha sexista e machista que foi obrigada a desconstruir por crises semelhantes. Essa bolha cultural e política tem sentidos que parecem tão óbvios, tão compartilhados, que outras leituras se tornam praticamente impensáveis. O resultado é um ponto cego coletivo: ninguém conseguiu antecipar a forma como aquele conteúdo poderia ser apropriado fora desse circuito.</p>



<p>Esse tipo de situação dialoga diretamente com a teoria da recepção de <strong>Stuart Hall</strong>. Para Hall, a audiência não consome conteúdos de maneira passiva ou meramente acrítica. Ao contrário, ela é capaz de perceber vieses, reinterpretar mensagens implícitas e até ver sentidos não intencionais. Mais do que isso: quem recebe a mensagem a decodifica a partir de um contexto social, cultural e político que é, em essência, diferente daquele de quem a codificou.</p>



<p>Como lembra Hall, “mal-entendidos existem. Mas a vasta gama deve conter algum grau de reciprocidade entre os momentos da codificação e decodificação; do contrário, não poderíamos falar de uma efetiva troca comunicativa” (<em>Da diáspora: identidades e mediações culturais</em>, 2003, p. 399). Ou seja, há sempre um espaço de negociação, disputa e reinterpretação — e é nesse espaço que crises simbólicas se formam.</p>



<p>Me pergunto, diante do caso da Alpargatas, é se houve algum tipo de <em>teste de estresse de roteiro</em> capaz de antecipar leituras adversas como essa. O mercado aprendeu, ao longo dos anos, a prever — dentro do possível — denotações de raça, gênero e diversidade que escapam à intenção original de quem comunica. Ajustes são feitos justamente para evitar crises previsíveis.</p>



<p>Talvez esteja na hora de ampliar esse radar. Se a intenção é não descambar para disputas políticas desse tipo, o mercado precisa começar a antever também interpretações vindas de fora de sua própria bolha cultural que, eventualmente, se acha, inclusive, moralmente superior e “do lado certo da história”.</p>



<p></p>



<p><strong></strong><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/mercado/acoes-da-alpargatas-caem-na-bolsa-em-meio-a-polemica-politica/"></a><strong></strong></p>
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		<title>Afinal, o que é engajamento? E por que é tão relevante?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Pacheco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 21:42:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[Branded content]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já há algum tempo, engajamento se tornou palavra-chave em qualquer plano de&#160;marketing. Ao mesmo tempo em que se popularizou, o termo ganhou muitos novos significados. Mas uma definição universalmente precisa...</p>
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<p>Já há algum tempo, engajamento se tornou palavra-chave em qualquer plano de&nbsp;<em>marketing</em>. Ao mesmo tempo em que se popularizou, o termo ganhou muitos novos significados. Mas uma definição universalmente precisa é menos importante do que localizar-se em meio ao&nbsp;<em>hype</em>: ou seja, entender qual é sua real importância nas estratégias de negócio.</p>



<p>Na academia, o conceito também não está consolidado. Mas uma das autoras mais citadas no assunto é Linda Hollebeek, que sugere<a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftn1"><sup>[1]</sup></a>&nbsp;uma intersecção entre fatores cognitivos, afetivos e comportamentais na interação positiva entre consumidores e marcas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="738" height="764" src="//i2.wp.com/brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel1.png" alt="" class="wp-image-3804" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel1.png 738w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel1-290x300.png 290w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel1-600x621.png 600w" sizes="(max-width: 738px) 100vw, 738px" /><figcaption>Modelo de Hollebeek indica, nas interações com marcas, três aspectos que compõem o engajamento.</figcaption></figure></div>



<p>O engajamento está, portanto, além do&nbsp;<em>like</em>: passa também pela subjetividade do consumidor, que motiva a interação com a marca e que poderá significar intenção de compra. Podemos situá-lo numa posição intermediária do funil de mídia — dentro da etapa de consideração. Ainda, assumindo essa lógica, consideramos que o engajamento não se limita ao ambiente digital<a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftn2"><sup>[2]</sup></a>: inclui de forma geral as manifestações do público (para além da compra) a favor de uma marca, como o boca-a-boca.</p>



<p>Temos que a relevância do engajamento, em qualquer formato, se explica por sua função na jornada de compra. Mas sua popularidade mais recente tem a ver com a evolução da publicidade. A explosão do acesso às redes sociais, impulsionada pelos&nbsp;<em>smartphones</em>, trouxe a reboque uma forte presença de propaganda nesse ambiente — que, para 82% dos consumidores, segundo&nbsp;<a href="https://www.ogilvyasia.com/topics/data/eight-global-trends-that-will-affect-you/">pesquisa</a>&nbsp;da Ipsos, atrapalha o que querem fazer na internet. Daí a necessidade de que as marcas estabeleçam conexões reais com seu público: diante do baixo desempenho da publicidade indesejada, que interrompe, passa-se a buscar interações de mão dupla, comumente medidas pela taxa de engajamento.</p>



<p>Para as marcas, esse é o maior desafio de toda a jornada de compra, de acordo com 1.000 CMOs&nbsp;<a href="https://www.dentsuaegisnetwork.com/reports/our_thinking_consumer_landing_page_download_cmo_">ouvidos</a>&nbsp;pela Dentsu: além da intolerância a anúncios, a sobrecarga de informação e a crescente competição dificultam a missão das marcas na busca pelos corações e pelas mentes do público — seus aspectos afetivos e cognitivos, como propõe Hollebeek.</p>



<p>A complexa tarefa de fazer com que os consumidores, e não só a marca, sejam puxadores de conversa passa pela formação de comunidades virtuais. Referência no tema, Jochen Wirtz<a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftn3"><sup>[3]</sup></a>&nbsp;defende que elas são extensões das comunidades reais. Pense, por exemplo, em tribos urbanas e nas marcas associadas a seus símbolos e estilos, ou em fãs de Lego e Harley-Davidson: a identidade social dessas pessoas passa a ser explicada pelas marcas que consomem, e a autoidentificação é o ponto de partida dessa história<a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftn4"><sup>[4]</sup></a>.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="900" height="444" data-id="3805" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel2.png" alt="" class="wp-image-3805" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel2.png 900w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel2-300x148.png 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel2-768x379.png 768w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/gabriel2-600x296.png 600w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption class="wp-element-caption">Esquema de pesquisadores da UFRJ explica a formação de brand communities: o primeiro passo é a autoidentificação do consumidor com a marca, no campo cognitivo e afetivo.</figcaption></figure>
</figure>



<p>Se o engajamento real com uma marca começa pela percepção de atributos e valores com os quais os consumidores se identificam, a narrativa, o propósito e a personalidade da marca são trunfos para trabalhar nessa direção. É nesse momento em que voltamos ao&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>e sua capacidade de&nbsp;<a href="https://brandedcontentbrasil.com.br/2020/06/07/a-grande-estrela-das-narrativas-das-marcas-11/">impacto emocional</a>, de transmitir mensagens e de atingir a subjetividade de modo a produzir identificação. Um&nbsp;<em>like&nbsp;</em>pode ser, ou não, a comprovação desse processo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p><a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftnref1"><sup>[1]</sup></a>&nbsp;HOLLEBEEK, L. D. et al.&nbsp;Consumer Brand Engagement in Social Media: Conceptualization, Scale Development and Validation.&nbsp;Journal of Interactive Marketing 28, 2014, pp. 149–165.</p>



<p><a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftnref2"><sup>[2]</sup></a>&nbsp;VAN DOORN, Jenny apud WIRTZ, Jochen et al.&nbsp;Managing brands and customer engagement in online brand communities.&nbsp;Journal of Service Management Vol. 24, No. 3, 2013, pp. 223-244.</p>



<p><a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftnref3"><sup>[3]</sup></a>&nbsp;WIRTZ, Jochen et al.&nbsp;Managing brands and customer engagement in online brand communities. Journal of Service Management Vol. 24, No. 3, 2013, pp. 223-244.</p>



<p><a href="applewebdata://4D0BFB10-DB83-460B-BB6E-0214A7D3F823#_ftnref4"><sup>[4]</sup></a>&nbsp;FREITAS, Flávia D&#8217;albergaria; DE ALMEIDA, Victor Manoel Cunha.&nbsp;Theoretical Model of Engagement in the Context of Brand Communities.&nbsp;Brazilian Business Review v. 14, n. 1, 2017, pp. 86-107.</p>



<p></p>



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