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	<title>Arquivos audiovisual | Branded Content Brasil</title>
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	<description>Os fundamentos e a prática da construção de conteúdo para marcas</description>
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	<title>Arquivos audiovisual | Branded Content Brasil</title>
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		<title>Coca-Cola e IA: O Filme de Natal que Dividiu Opiniões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 12:04:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
		<category><![CDATA[Branded Entertainment]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Branded content]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coca-Cola decidiu inovar neste Natal ao recriar seu icônico filme com o uso de inteligência artificial. A ideia, desenvolvida pelo Silverside IA, laboratório da agência Pereira O’Dell, que tem o...</p>
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<p>A Coca-Cola decidiu inovar neste Natal ao recriar seu icônico filme com o uso de inteligência artificial. A ideia, desenvolvida pelo Silverside IA, laboratório da agência <strong>Pereira O’Dell</strong>, que tem o brasileiro <strong>PJ Pereira</strong> como sócio.</p>



<p>Embora tenha chamado atenção pela abordagem tecnológica, o projeto gerou críticas entre publicitários. Problemas como as rodas do caminhão que não giravam foram apontados como falhas que uma marca desse porte não deveria deixar passar.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p>Mas será que essas imperfeições realmente importam para o público? De acordo com uma pesquisa da <strong>System 1</strong>, a resposta é: não. A audiência em geral não percebeu ou não deu importância às falhas técnicas, destacando-se mais a conexão emocional do filme com o espírito natalino. O filme em IA ainda abriu espaço para gerar 27 versões diferentes de skylines das cidades natalinas. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="572" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/11/unnamed-1024x572.png" alt="" class="wp-image-5477" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/11/unnamed-1024x572.png 1024w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/11/unnamed-300x168.png 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/11/unnamed-768x429.png 768w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/11/unnamed-107x60.png 107w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/11/unnamed-161x90.png 161w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/11/unnamed-600x335.png 600w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/11/unnamed.png 1288w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Esse caso abre espaço para debates interessantes: até que ponto as imperfeições da IA impactam a percepção do consumidor? Estaria o público mais interessado na narrativa e emoção do que na execução técnica?</p>



<p></p>
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		<title>Barbie, O Filme, é branded content</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 23:20:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de Caso]]></category>
		<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
		<category><![CDATA[Branded Entertainment]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[barbie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é inédita a iniciativa da Mattel em se lançar ao audiovisual a partir de suas propriedades em brinquedos. A emergência da franquia Barbie em filmes de longa-duração foi inaugurada...</p>
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<p>Não é inédita a iniciativa da Mattel em se lançar ao audiovisual a partir de suas propriedades em brinquedos. A emergência da franquia Barbie em filmes de longa-duração foi inaugurada em 2001, com o lançamento de Barbie: O Quebra-Nozes (título no Brasil), uma coprodução da Mattel com a Mainframe Entertainment. Em seguida, a Mattel continuou capitalizando em cima do brinquedo com o lançamento de outros diferentes filmes de animação, como Barbie e As 12 Princesas Bailarinas (2006), Barbie: Aventura nas Estrelas (2008) e Barbie e As Três Mosqueteiras (2009) &#8211; este último, no formato de&nbsp;<em>live action&nbsp;</em>(em que atores e atrizes servem atuam e servem de base para animações). A franquia provou-se um sucesso. O modelo da Mattel em parceria com produtores especializados na confecção dos produtos audiovisuais tem sido, desde então, a forma de atuação da empresa em sua proposta em transformar suas propriedades em filmes. A Mattel evoluiu no modelo de coprodução até formalizar a criação de uma divisão especializada em conteúdo audiovisual em 2013: a Mattel Playground Productions. Foram, desde então, 12 lançamentos em parceria com diferentes produtores de filmes e animações (WIKIPEDIA, 2023), entre eles mais cinco animações da franquia Barbie. Em 2023, a empresa mudou o nome da divisão especializada em audiovisual para Mattel Films junto do lançamento de seu maior sucesso: o filme Barbie, coprodução com a Warners Bros. Pictures, empresa de produção e distribuição cinematográfica parte do conglomerado de mídia Warners Bros. Discovery.</p>



<p>Em suas primeiras animações, entre os anos de 2001 a 2009, o universo da Barbie foi associado a contos-de-fada e princesas, limitando-se à esfera infantil como proposta de narrativa e de público-alvo. De 2014 a 2016, o universo temático dos filmes da Barbie ainda privilegiava a temática das princesas, porém o enredo foi um pouco além nos longas Barbie e Suas Irmãs em uma Aventura de Cachorrinhos (2015) e Barbie e As Agentes Secretas (2016). Ainda assim, todas as obras deste período mantiveram a narrativa direcionada ao público infantil. Havrylenko aponta o universo simbólico ao qual se refere a boneca, manifestado nas produções audiovisuais da Barbie: &#8220;A franquia “Barbie” não é apenas a história de uma boneca, é a história de um ícone de estilo e cultura que teve um impacto profundo em milhões de meninas e mulheres em todo o mundo. As características desta franquia podem ser divididas em vários aspectos principais. Em primeiro lugar, é a longa história e legado: a Barbie foi apresentada pela primeira vez em 1959 e, desde então, tornou-se um ícone no mundo dos brinquedos. Sua longa história inspira um sentimento de confiança entre os consumidores e acrescenta significado cultural à franquia. Em segundo lugar, é a diversidade de personagens e acessórios: uma das principais características da Barbie é a sua capacidade de assumir uma infinidade de papéis e personas diferentes. De enfermeira a astronauta, de princesa a empresária, Barbie sempre pode se reinventar. Isso permite que a franquia atraia um público diversificado e crie diversas coleções e acessórios de bonecas. O terceiro aspecto é a mensagem positiva: a franquia “Barbie” visa incutir valores positivos e ensinar às meninas sobre respeito próprio, amizade e a possibilidade de serem o que quiserem. Esta mensagem faz da Barbie não apenas um brinquedo, mas também um modelo. É claro que existem outros aspectos importantes dentro da franquia, como: Moda e estilo: a Barbie sempre foi associada à moda e ao estilo. Suas roupas, acessórios e até casas definem tendências e inspiram meninas e mulheres a se preocuparem com seu próprio estilo&#8221; (2023).</p>



<p>Podemos perceber, portanto, que os longas referentes à boneca se conectam com o posicionamento da marca Barbie, ainda que inicialmente tenham sido direcionados ao público infantil. A inovação em termos de narrativa, formato e público se dá com o filme Barbie em 2023. No Brasil, a classificação indicativa do filme pelo Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária (CONAR) foi para maiores de 12 anos. O filme foi amplamente consumido por adolescentes e adultos no país, tornando-se o longa mais assistido nos cinemas do país em 2023, com cerca de 10 milhões de espectadores contabilizados em agosto daquele ano. Tornou-se a maior bilheteria do Brasil em 2023. Em todo o mundo, o sucesso do filme Barbie foi imenso em termos de audiência, faturamento, venda de bonecas e produtos licenciados. Além disso, o filme foi pauta de debates em redes sociais sobre o feminismo contemporâneo explorado na narrativa como também foi tema de artigos acadêmicos neste quesito. Foram mais de 1.400 artigos acadêmicos sobre o filme Barbie, de acordo com o Google Scholar, em pesquisa feita em dezembro de 2023. No entanto, tanto em língua estrangeira quanto em português, foram escassos os artigos que discutiram o filme sob o ponto de vista do&nbsp;<em>branded content</em>, temática que nos interessa nesta aproximação com o objetivo. A pauta ficou em torno da temática feminista explorada pela narrativa, elucidando que, de fato, o filme afetou o debate na mídia e na audiência, o que nos permite observar como métrica de sucesso este engajamento provocado no público, algo então além dos números de faturamento e audiência em si.</p>



<p><strong>Conteúdo de marca ou&nbsp;<em>branded content</em></strong></p>



<p>O&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>pode ser literalmente traduzido como conteúdo de marca. Em formato audiovisual, desperta elementos afetivos na audiência a ponto de mobilizá-la a envolver-se ainda mais com a marca, o produto ou o serviço. O elemento técnico que marca o&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>e o diferencia dos publieditoriais no meio impresso ou na internet é o fato de ser em vídeo. Essa demarcação do audiovisual para evidenciar a terminologia do formato foi dada a partir de 2001 em Cannes Lions (festival de criatividade em publicidade realizado anualmente em Cannes desde 1953) com a inscrição da série The Hire, da montadora automotiva B.M.W., como referência de&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>para o júri. A série consta como o primeiro conteúdo de marca utilizando o audiovisual como linguagem e formato (Hardy, 2012, p. 11).</p>



<p>O fato de a construção de uma ação de marca ser em vídeo faz diferença na forma como ela pode cativar o consumidor. Não à toa, os formatos de&nbsp;<em>product placement&nbsp;</em>seguem vivos embutidos em&nbsp;<em>reality shows&nbsp;</em>e novelas da TV aberta (Big Brother Brasil&nbsp;e as novelas da Globo são os maiores exemplos no país) bem como nas séries de sucesso do&nbsp;<em>streaming</em>(<em>Stranger Things</em>, da Netflix, é um dos maiores exemplos de coleção de inserções de ações de <em>product placement</em>). No entanto, o auge de uma narrativa em vídeo para uma marca tende a ser o&nbsp;<em>branded content</em>, formato em que ela é a detentora da propriedade e do formato. Ou seja, a marca cria, produz e pensa como distribuir sua narrativa, algo que foi potencializado por plataformas como o YouTube, na qual as marcas podem criar seus próprios canais de exibição e publicar suas narrativas sem muitos empecilhos. Porém, independente da plataforma de publicação, o&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>precisa ser muito mais do que um comercial com apelo de vendas. Ele precisa conquistar consumidores por sua história, seus personagens, suas pautas e seu formato para, a partir daí, engajar o público na relação com o anunciante e influenciar, inclusive, na compra de produtos. É por isso que qualquer tipo de conteúdo produzido e financiado por marcas, ou seja, qualquer&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>precisa estar alinhado a outras frentes de planejamento de marketing para o sucesso comercial de produtos e serviços do anunciante.</p>



<p>Para delimitar melhor o conceito de&nbsp;<em>branded content</em>, devemos entendê-lo como conteúdo produzido ou financiado por uma marca; relevante para o consumidor, a ponto de ser demandado organicamente ou não ser rejeitado quando a ele se apresentar (num intervalo comercial, no digital ou em qualquer outra mídia); promotor de engajamento com a marca pela sua narrativa, aumentando a consideração, a paixão e a apologia por parte do consumidor. (MOURA, 2021, p.50)</p>



<p>O conteúdo promovido por uma marca pode e deve, portanto, afetar o público, de forma que mobilize emoções na audiência, de maneira que a maior parte das reações sejam positivas. Tem, assim, o mesmo papel de qualquer outro conteúdo audiovisual como, por exemplo, filmes, séries,&nbsp;<em>reality shows&nbsp;</em>ou revistas eletrônicas. Neste sentido, o&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>se aproxima de outro termo utilizado no mercado, o&nbsp;<em>branded entertainment</em>. Porém, defendemos que o termo&nbsp;<em>branded entertainment&nbsp;</em>delimita as possibilidades de gêneros de conteúdo que uma marca pode explorar na construção de suas narrativas, fazendo referência direta àquilo que simplesmente entretém. Conteúdos ficcionais (filmes e séries),(shows e videoclipes) e competições (reality shows&nbsp;e campeonatos esportivos) são alguns dos gêneros que podem ser explorados pelas marcas, tornando-se evidente ser possível ir além do entretenimento puro (MOURA, 2021, p.104).</p>



<p>Apesar de o termo&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>ter sido melhor delimitado conceitualmente a partir de 2001, a criação de conteúdos de marca em filmes e séries para crianças foi usual no universo infantil desde a década de 1980. A linha de brinquedos He-Man e She-ha, por exemplo, não seria o sucesso mundial que foi se não houvesse sido criada uma narrativa da marca em desenho animado para mobilizar a paixão dos consumidores pelos personagens e, consequentemente, pelo produto (NETFLIX, 2017). Os longas da boneca Barbie são, portanto, uma das formas usuais de atuação da indústria de brinquedos para cativar consumidores. Apesar de ter se estruturado melhor para produção de filmes a partir dos anos 2000, a Mattel tem histórico de iniciativas de criação de produções audiovisuais desde a década de 1970 (WIKIPEDIA, 2023). No entanto, o filme Barbie de 2023 é sua iniciativa mais bem sucedida de&nbsp;<em>branded content</em>. Propomos-nos a analisar agora o filme a partir da metodologia proposta por Moura (2021), que avalia cada ponto do formato de um&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>para apreender os motivos de seu sucesso. São cinco: o posicionamento da marca, que precisa estar expresso na peça; o território (linha editorial) da marca para geração de conversas; as parcerias de construção do formato, que vão de influenciadores digitais às tradicionais agências de publicidade; o conteúdo em si, que é o recorte criativo escolhido; e as ferramentas que serão utilizadas para que a peça tenha o alcance esperado.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="560" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-13-09-2024-as-20.18-e1726269809821-1024x560.jpg" alt="" class="wp-image-5446" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-13-09-2024-as-20.18-e1726269809821-1024x560.jpg 1024w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-13-09-2024-as-20.18-e1726269809821-300x164.jpg 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-13-09-2024-as-20.18-e1726269809821-768x420.jpg 768w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-13-09-2024-as-20.18-e1726269809821-1536x841.jpg 1536w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-13-09-2024-as-20.18-e1726269809821-2048x1121.jpg 2048w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-13-09-2024-as-20.18-e1726269809821-110x60.jpg 110w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-13-09-2024-as-20.18-e1726269809821-164x90.jpg 164w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-13-09-2024-as-20.18-e1726269809821-600x328.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p><strong>Posicionamento</strong></p>



<p>Expresso no site da empresa, o posicionamento da boneca Barbie, da Mattel, é claro: &#8220;inspirar o potencial ilimitado de cada garota&#8221; (2023 &#8211; a tradução é nossa). Esta perspectiva de atuação está expressa na narrativa do filme de 2023, que, inclusive, questiona os potenciais femininos para além de assumir profissões e carreiras bem sucedidas. O filme Barbie pondera que ser uma mulher realizada pode não estar exatamente associado a escolhas profissionais, o que mantém a narrativa ainda alinhada ao posicionamento da boneca enquanto produto, porém amplia o significado deste posicionamento diante do contexto social em nosso tempo, que quer aliviar as mulheres das pressões sociais por desempenho.</p>



<p><strong>Território</strong></p>



<p>Como apontado por Moura, o território &#8220;é a escolha do tema (ou do conjunto de temas) pelo qual a marca pode falar, do qual pode se apropriar ou, em casos mais específicos, pode inclusive se construir simbolicamente&#8221; (2021, p.93). Moda e beleza sempre foram territórios aos quais a Mattel associou a boneca Barbie e seguem sendo temas pertinentes em nosso contexto social, sobretudo para o público feminino. Porém, o empoderamento das mulheres, temática presente em nosso tempo em função das discussões dos papéis de gênero e das equidades de direitos e deveres, além da diversidade de etnias, corpos e identidades de gênero, têm sido apropriadas pela Mattel em seus brinquedos. Naturalmente, foram expressas no filme, em que a diversidade de representações da Barbie esteve presente, ainda que houvesse uma pasteurização de um universo social de classes média e alta, e uma cultura de valorização de carreiras, pontos que o próprio filme questiona em seu enredo a partir da trajetória de sua protagonista.</p>



<p><strong>Parcerias</strong></p>



<p>O parceiro da Mattel para a produção deste filme foi a Warner Bros. Pictures. No momento de produção deste artigo, não foi localizada documentação que demonstrasse o quanto cada empresa investiu na produção do filme. O que se pode apontar é que Barbie foi coproduzido entre Mattel e Warners Bros. Pictures, evidenciando que foi o projeto um conteúdo financiado em parte pela detentora das propriedades sobre a boneca, ainda que precisasse de um estúdio para colocar a produção à altura do que se esperava.</p>



<p><strong>Conteúdo</strong></p>



<p>A escolha de se fazer um longa-metragem em si estava nos planos da Mattel de estruturar sua linha de filmes a partir de suas propriedades mais relevantes, entre elas Hot Wheels e Barbie. Esta ambição de negócio está em acordo com o entendimento que a empresa faz de que o audiovisual amplia a consideração sobre seus produtos. Alguns veículos observam que a Mattel pode ter como ambição ser uma nova Marvel. A BBC chega a perguntar se a Barbie poderia ser uma espécie de Iron Man, ou seja, um dos principais representantes do universo Mattel assim como o herói é um dos maiores sucessos do universo Marvel.</p>



<p><strong>Ferramentas de divulgação</strong></p>



<p>Um clássico funil de marca, no qual publicitários distribuem formatos de mídia adequados para uma campanha atingir o consumidor, tem três etapas: no topo do funil, está a etapa para geração de notabilidade (ou&nbsp;<em>awareness</em>, como é praticado usualmente no linguajar do mercado publicitário brasileiro); no meio de funil, estão os formatos que auxiliam o consumidor a distinguir uma marca de outra, assumir preferências, engajar-se ou mobilizar-se para uma proposta que vai além do preço; e a conversão (ou lide, como se usualmente chama no linguajar publicitário), etapa em que o consumidor decide comprar o produto, está na ponta do funil. O&nbsp;<em>branded content&nbsp;</em>encaixa-se perfeitamente no meio do funil. Dentro desta perspectiva, o filme Barbie funcionou como ferramenta para a etapa de ampliação de consideração de compra do produto. Engajou consumidores no aumento da procura pelas bonecas da Mattel durante o ano de 2023. A Warner Bros. Pictures e a Mattel investiram mais de 100 milhões de dólares na divulgação mundial do filme. O investimento na divulgação do filme Barbie foi tão grande que ainda promoveu outro filme da Warner: Oppenheimer. Lançado simultaneamente, o filme foi associado ao fenômeno Barbie como&nbsp;<em>blockbuster&nbsp;</em>das salas de cinema durante o mesmo período, contribuindo para o sucesso por tabela.</p>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<p>A Mattel entende que lançar outros filmes a partir de seus brinquedos pode ampliar a venda de seus produtos. O filme Barbie (2023) foi sua mais bem sucedida iniciativa neste sentido, tornando-se uma referência em&nbsp;<em>branded content</em>. No momento de produção deste artigo, o departamento Mattel Filmes tinha 18 produções a serem anunciadas que seguirão o mesmo modelo de negócio das produções anteriores: a parceria entre a Mattel, detentora da propriedade intelectual na qual se baseiam os filmes e as animações, e os produtores de conteúdo (WIKIPEDIA, 2023). Entre as produções mais aguardadas da empresa, por exemplo, está o live action da franquia de carros de brinquedo Hot Wheels, que terá J.J. Abrams, famoso por estar à frente de outros blockbusters estadunidenses, como seu diretor. Todas estas produções, caso sejam bem sucedidas como produtos audiovisuais, podem ser compreendidas como bem sucedidos projetos de&nbsp;<em>branded content</em>: atraem audiências numerosas, mobilizam estas audiências afetivamente e aumentam a consideração destes consumidores pelos produtos que protagonizam os enredos tratados em formato audiovisual.</p>



<p>Referências</p>



<p>HARDY, Jonathan. Branded content: the fateful merging of media and marketing. Londres: Routledge, 2021.</p>



<p>HAVRYLENKO, Vladyslava. The art of marketing: how the barbie movie became a brand and cultural event.&nbsp;<em>World Scientific Reports</em>, (4). Disponível em: https://ojs.scipub.de/index.php/WSR/article/view/2265/2. Acesso: 28 de dez. 2023.</p>



<p>MILLER, Donald. Storybrand: Crie mensagens claras e atraia a atenção dos clientes para sua marca. São Paulo: Alta Books, 2019.</p>



<p>MOURA, Leonardo. Conteúdo de Marca. Os Fundamentos e A Prática do Branded Content. São Paulo: Summus Editorial, 2021.</p>



<p>NETFLIX. Brinquedos que marcam época (2017). Disponível em:&nbsp;https://www.netflix.com/title/80161497. Acesso: 29 de dez. 2023.</p>



<p>É hit! Todos os recordes da bilheteria de Barbie. Disponível em:&nbsp;https://www.omelete.com.br/filmes/barbie-todos-os-recordes-de-bilheteria#13. Acesso: 28 de dez. 2023.</p>



<p>Sucesso do filme da Barbie não é o suficiente e lucro da Mattel cai 49,5%. Disponível em: https://exame.com/invest/mercados/sucesso-do-filme-da-barbie-nao-e-o-suficiente-e-lucro-da-mattel-c ai-495/. Acesso: 28 de dez. 2023.</p>



<p>20&nbsp;Hot Wheels: Live-action de J.J. Abrams será &#8220;emocionante e realista&#8221;, Disponível em: https://www.omelete.com.br/filmes/hot-wheels-live-action-jj-abrams-emocionante-realista. Acesso: 29 de dez. 2023. São Paulo &#8211; SP &#8211; 15 &#8211; 17 de mai de 2024 &#8211; 2177-2401 versão online</p>



<p>WIKIPEDIA. Mattel Films. Disponível em:&nbsp;https://en.wikipedia.org/wiki/Mattel_Films. Acesso: 28 de dez. 2028.</p>



<p>WIKIPEDIA. Barbie (film). Disponível em:&nbsp;https://en.wikipedia.org/wiki/Barbie_(film)&nbsp;Acesso: 28 de dez. 2028.</p>



<p>Fonte: <a href="https://eventos.anpad.org.br/uploads/articles/128/approved/0fe500898e3183422bebc8325bfc9515.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Artigo publicado originalmente em X ENCONTRO DE MARKETING DA ANPAD &#8211; EMA 2024 &#8211; São Paulo &#8211; SP &#8211; 15 &#8211; 17 de mai de 2024</a></p>



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<p>O post <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br/2024/09/13/barbie-o-filme-e-branded-content/">Barbie, O Filme, é branded content</a> apareceu primeiro em <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br">Branded Content Brasil</a>.</p>
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		<title>Podcast &#8211; Reality show é bom para as marcas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 13:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Branded content]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem conseguiu passar imune pelas últimas edições do BBB? Quem nunca desejou os pratos do Masterchef ou nunca parou pra dar uma espiadinha sem culpa em um “Piscinas Incríveis&#8221; ou...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem conseguiu passar imune pelas últimas edições do BBB? Quem nunca desejou os pratos do Masterchef ou nunca parou pra dar uma espiadinha sem culpa em um “Piscinas Incríveis&#8221; ou nos “Pequenos Confeiteiros&#8221;?</p>



<p>Seis em cada dez brasileiros assistem a reality shows (pesquisa</p>



<p>Globo) e quem também curte são as marcas, que participam em peso desses conteúdos e também criam suas próprias versões de reality.</p>



<p>Há vários formatos de reality show que podem ser explorados pelos anunciantes. E quem nos conta sobre eles é uma das nossas maiores referências roteiros de não-ficção, a <a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ana Abreu</a>. Ela vem muito bem acompanhada do <a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cauê Sanchez</a>, Head de Marketing da <a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Chilli Beans</a>, que conta, neste último episódio da primeira temporada de Nem Tudo é Merchan, sua estratégia para construir e participar de conteúdos audiovisuais à frente da marca e durante sua passagem pela Cacau Show.</p>



<p>Nem Tudo é Merchan é um projeto meu com os sócios da <a href="http://productplacementhouse.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Product Placement House</a>, <a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bianca Lanzelotti Pedro</a> e <a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bruno Pimentel</a>. Esta</p>



<p>primeira temporada do podcast conta com o apoio do Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros, o <a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ICAB &#8211; Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros</a></p>



<p></p>



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		<title>Podcast &#8211; Branded content é publicidade ou entretenimento?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2022 22:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2020, o curta-metragem Hair love, dirigido por Matthew A. Cherry, levou o Oscar na categoria curta-metragem de animação. Nem todo mundo sabe, mas esta produção encantadora foi financiada pela...</p>
<p>O post <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br/2022/09/07/podcast-branded-content-e-publicidade-ou-entretenimento/">Podcast &#8211; Branded content é publicidade ou entretenimento?</a> apareceu primeiro em <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br">Branded Content Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2020, o curta-metragem Hair love, dirigido por Matthew A. Cherry, levou o Oscar na categoria curta-metragem de animação. Nem todo mundo sabe, mas esta produção encantadora foi financiada pela Unilever-Dove.&nbsp;</p>



<p>Assim como a Unilever, diferentes marcas financiam conteúdos audiovisuais no Brasil e no mundo. Esse conteúdo vai desde os formatos curtos e claramente publicitários a outros mais longos e profundos, cujo intuito é a conexão afetiva com a audiência. E é aí que nos perguntamos: será que é o tempo de conteúdo que o diferencia como publicidade ou entretenimento? Afinal, quando o conteúdo de marca é entretenimento para o público?</p>



<p><br>Venha nos ajudar a responder a esta pergunta neste episódio de Nem Tudo é Merchan, um projeto dos sócios da <a href="http://productplacementhouse.com.br/">Product Placement House</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/biancalanzelotti/">Bianca Lanzelotti Pedro</a> e <a href="https://www.linkedin.com/in/brunopimentel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bruno Pimentel</a>, e do especialista em conteúdo de marca <a href="https://www.linkedin.com/in/lemoura/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leonardo Moura</a>, da <a href="http://brandedcontentbrasil.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Branded Content Brasil</a>. Este episódio conta com a participação de duas autoridades no tema: a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Georgia_Guerra-Peixe" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Georgia Guerra-Peixe</a>, da <a href="https://caferoyal.art.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Café Royal</a>, que tem uma longa trajetória na direção de conteúdos de marca, e da <a href="https://www.linkedin.com/in/fernanda-menegotto-a675a86/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fernanda Menegotto</a>, sócia-diretora da <a href="https://vbrand.tv/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">VBrand</a>, consultoria do grupo <a href="https://inpresspni.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inpress </a>especializada em branded entertainment.</p>



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<iframe title="Spotify Embed: 7. Branded content é publicidade ou entretenimento?" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/6c7URmXXPIZm2AlXYlRHWv?si=1f15fad486724bd6&#038;utm_source=oembed"></iframe>
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		<title>Podcast &#8211; O que falta para marcas investirem no cinema?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2022 15:52:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2019, antes da pandemia, a indústria do audiovisual brasileiro ocupava o segundo lugar no ranking das de maior impacto no PIB do país, na frente de setores como têxtil...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2019, antes da pandemia, a indústria do audiovisual brasileiro ocupava o segundo lugar no ranking das de maior impacto no PIB do país, na frente de setores como têxtil ou farmácia. Naquele ano, quase todo o dinheiro investido por marcas nos filmes nacionais veio através de leis de incentivo, fundamentais para um setor que movimentou R$ 25 bi.</p>



<p>Mas para esse mercado seguir se desenvolvendo para além dos incentivos, é preciso que mais marcas apostem no cinema nacional. Há dificuldades para isso, claro. Passam por métricas, passam por ciclos de planejamento longevos que não acompanham as campanhas de publicidade&#8230; E isso nos faz refletir: o que falta então para as marcas investirem em cinema? </p>



<p>Para ajudar a gente a explorar esse tema, convidamos duas autoridades no assunto: a <a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Patrícia Chamon</a>, da Rubi Filmes, e o <a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PC Bernardes</a>, que tem uma trajetória gigante no mercado de publicidade e é, além de profissional de comunicação, autor de jingles e músicas que você certamente conhece.</p>



<p>Nem Tudo é Merchan é um projeto meu e dos sócios da <a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Product </a><a href="http://productplacementhouse.com.br">Placement</a><a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> House</a>, <a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bianca Lanzelotti Pedro</a> e <a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bruno Pimentel</a>. Este temporada conta ainda com o apoio do <a href="https://www.linkedin.com/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ICAB &#8211; Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros</a>. Vem com a gente ouvir mais este episódio!</p>



<p><strong>#podcast</strong> <strong>#brandedcontent</strong> <strong>#brandedentertainment</strong> <strong>#udiovisual</strong> <strong>#audiovisualbrasileiro</strong></p>



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		<title>Podcast &#8211; Quando não trabalhar com influenciadores digitais?</title>
		<link>https://brandedcontentbrasil.com.br/2022/08/04/podcast-quando-nao-trabalhar-com-influenciadores-digitais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=podcast-quando-nao-trabalhar-com-influenciadores-digitais</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 11:57:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Branded content]]></category>
		<category><![CDATA[influenciadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É quase uma obviedade para marcas trabalharem com influenciadores digitais para manutenção das conversas com os consumidores em comunidades digitais. Mas, às vezes, essa associação aos influencers gera conflitos de...</p>
<p>O post <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br/2022/08/04/podcast-quando-nao-trabalhar-com-influenciadores-digitais/">Podcast &#8211; Quando não trabalhar com influenciadores digitais?</a> apareceu primeiro em <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br">Branded Content Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É quase uma obviedade para marcas trabalharem com influenciadores digitais para manutenção das conversas com os consumidores em comunidades digitais. Mas, às vezes, essa associação aos influencers gera conflitos de interesse do criador com as marcas. É a partir desse conflito de interesse que nos perguntamos: quando é melhor não trabalhar com influenciadores digitais.</p>



<p>Nem Tudo é Merchan é um projeto dos sócios da <a href="http://productplacementehouse.com.br/">Product Placement </a><a href="http://productplacementhouse.com.br/">House</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/biancalanzelotti/">Bianca Lanzelotti Pedro</a> e <a href="https://www.linkedin.com/in/brunopimentel/">Bruno Pimentel</a>, e o especialista em conteúdo de marca <a href="https://www.linkedin.com/in/lemoura/">Leonardo Moura</a>, da <a href="http://brandedcontentbrasil.com.br/">Branded Content Brasil</a>. Este episódio conta com duas feras no tema: <a href="https://www.linkedin.com/in/pollyanademoraes/">Pollyana de Moraes</a>, gerente de comunicação da Sony/ Som Livre, e o <a href="https://www.linkedin.com/in/joaomarcio/">João Márcio Dias</a>, que é diretor da Digia, agência especializada em conectar pessoas e marcas via influenciadores. Boa escuta!</p>



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<iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: EPISÓDIO 4 - QUANDO NÃO TRABALHAR COM INFLUENCIADORES DIGITAIS?" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" src="https://open.spotify.com/embed/episode/0cS1WjYUvyI9ZPMdT4awo2?si=f80f008ccfe040e7&#038;utm_source=oembed"></iframe>
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<p>O post <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br/2022/08/04/podcast-quando-nao-trabalhar-com-influenciadores-digitais/">Podcast &#8211; Quando não trabalhar com influenciadores digitais?</a> apareceu primeiro em <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br">Branded Content Brasil</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que o caso do Clube de Criação ensina sobre criatividade em tempos de crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Sep 2021 20:38:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise de Caso]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[repertoriocultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O filme acima foi criado pelo Clube de Criação, entidade localizada em SP sem fins lucrativos, fundada em 1975 por publicitários da área de criação para valorizar e preservar a...</p>
<p>O post <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br/2021/09/10/na-crise-crie/">O que o caso do Clube de Criação ensina sobre criatividade em tempos de crise</a> apareceu primeiro em <a href="https://brandedcontentbrasil.com.br">Branded Content Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-video"><video height="720" style="aspect-ratio: 1280 / 720;" width="1280" controls src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2021/09/CriseCrie-2.mp4"></video></figure>



<p>O filme acima foi criado pelo Clube de Criação, entidade localizada em SP sem fins lucrativos, fundada em 1975 por publicitários da área de criação para valorizar e preservar a criatividade.</p>



<p>O intuito do clube, ao fazer tal peça, parece ter sido ressaltar o papel craitivo em momentos de crise. Porém, a mensagem não teve esta compreensão por boa parte de público, inclusive de outros publicitários, levando a entidade a devidir remover o filme do ar.</p>



<p>Um exercício do que poderia ser dito em favor da peça: em tempos de crise, a resistência está na arte, e arte é epistemologia pura: é a forma como o homem se propõe a interpretar e encarar o mundo e a vida, especialmente de forma criativa.</p>



<p>Porém, quando se lança um material como esse, como fez o Clube de Criação, o emissor está sujeito a uma interpretação, totalmente legítima e pertinente: a mensagem pode estar dando a ideia de que, em momentos sinistros da história da humanidade, há uma compensação artística.</p>



<p>O que a crise expõe é que o repertório de quem cria (ou do emissor da mensagem) não é idêntico ao repertório de parte do público que recebe a mensagem.</p>



<p>E você, o que achou do filme? Qual sua opinião?</p>
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		<title>O que os YouTubers/Influencers entregam para marcas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 May 2021 21:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Influenciadores]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Larissa Vaiano (BRUNCH) é uma comunicadora do nosso tempo. Ela tem território claro de atuação (sustentabilidade/ bem estar/ autoconhecimento) e autoridade sobre o que fala.E não para por aí: como uma...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://www.linkedin.com/in/ACoAABCPsS4BR3vnlaK2HwhniffXCU7HlEglygw">Larissa Vaiano</a> (<a href="https://www.linkedin.com/company/thebrunchagency/">BRUNCH</a>) é uma comunicadora do nosso tempo. Ela tem território claro de atuação (sustentabilidade/ bem estar/ autoconhecimento) e autoridade sobre o que fala.<br>E não para por aí: como uma boa influenciadora e comunicadora, ela tem uma comunidade no YouTube de mais de 130 mil inscritos e, no Instagram, de mais de 20 mil seguidores.<br>A Larissa tem, então, conteúdo, alcance, engajamento e a capacidade de influenciar as ações de sua audiência &#8211; inclusive, as de compra.<br>Os canais da Larissa Vaiano são um funil completo para a jornada de uma marca.<br>E pensou que parou por aí? Ainda não. A Larissa tem tudo isso e, ainda, a capacidade de produção audiovisual para os negócios dos quais é parceira.<br>Esse universao da Larissa compõe o atual cenário da publicidade e do audiovisual no Brasil e no mundo.<br>Conhecê-lo, embarcar nele ou embarcá-lo em estratégias de marca requer criatividade, visão de negócio e de mídia.<br></p>



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<iframe loading="lazy" title="Larissa Vaiano - jornada completa de influencias" src="https://player.vimeo.com/video/553793143?dnt=1&amp;app_id=122963" width="1080" height="608" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Branded content em vídeo: entre a concentração e o entretenimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2020 00:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[brand content]]></category>
		<category><![CDATA[Branded content]]></category>
		<category><![CDATA[Branded entertainment]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há um consenso na indústria de publicidade sobre a força do audiovisual enquanto formato de narrativa potente para captar a atenção do sujeito. Mas ainda não há consenso sobre a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há um consenso na indústria de publicidade sobre a força do audiovisual enquanto formato de narrativa potente para captar a atenção do sujeito. Mas ainda não há consenso sobre a explicação de como e por que isso acontece. As mensurações e pesquisas atualmente disponíveis no mercado mostram a disponibilidade de consumo nas plataformas lineares e on demand, as oscilações na audiência do broadcasting (TV tradicional) e os comportamentos de anunciantes diante das oportunidades em um inventário crescente de vídeos no mercado, ainda pouco trabalhado na forma de se diferenciar &#8211; hoje, para se ter ideia, as principais diferenciações são em brand safety (não associar sua marca a conteúdos explícitos ou agressivos) e recortes de segmentação que podem ser feitos por qualquer plataforma que tenha inventário para isso.</p>



<p>O <a href="https://thevab.com/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Vídeo Advertising Bureau</a> auxilia as marcas a navegarem por este universo de vídeo com base nos dados gerados que possam auxiliar suas campanhas. Os dados que os anunciantes geram a partir de suas campanhas também constróem um histórico que os embasa para os <em>flights</em> seguintes de campanhas. Há modelos de atribuição prontos, com foco em diferentes necessidades &#8211; o próprio Facebook, por exemplo, apresenta modelos de atribuição que podem auxiliar em campanhas, principalmente para players que estão começando no mercado. Mas, ainda assim, as especificidades de cada segmento e cada marca que atuar é particular. O aprendizado é empírico e gera os modelos para as próximas veiculações.</p>



<p>Quando falamos de branded content, entendemos que o benefício melhor associado ao formato é o estreitamento de confiança entre a marca e o público. O conteúdo enunciado por uma marca que se conecta de uma forma afetiva com a audiência tem essa capacidade, independente do tamanho deste conteúdo e se ele é on demand ou se se apresenta à audiência organicamente. Se é pertinente para o momento, ao ponto de conectar-se afetivamente, e é financiado pela marca, é um branded content. Esta relevância para o público é medida sobre o nível de atenção e equivale ao tempo de permanência (ou <em>watchtime</em>) de qualquer material em vídeo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="328" height="500" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Tuercke-Christoph01_m.jpg" alt="" class="wp-image-4118" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Tuercke-Christoph01_m.jpg 328w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Tuercke-Christoph01_m-197x300.jpg 197w" sizes="auto, (max-width: 328px) 100vw, 328px" /><figcaption>Christoph Türcke (Imagem: reprodução)</figcaption></figure></div>



<p>Um dos autores que explica em parte por que alguns conteúdos em vídeo são mais atraentes ou retêm a audiência por tempo tempo que outros é o alemão Christoph Türcke. Em seu livro Sociedade Excitada (Unicamp, 2019), aprofunda o que é possível percebermos empiricamente quando atuamos como produtores de conteúdo: os produtos em vídeo que requerem elaboração da audiência (ou seja, exigem esforço cognitivo ou uma atenção consciente constante) são aqueles mais desafiadores para reter e engajar. A tese do autor é que o audiovisual atua como um componente atenuante numa economia que exige atenção e concentração o tempo todo, um elemento de desprazer. O prazer é resgatado no fascínio do vídeo quando ele atenua esta necessidade de concentração que nos é exigida. Só isto, em resumo, explicaria o sucesso da plataforma Tiktok ou por que passamos tanto tempo vidrados em nossas telas consumindo vídeos aleatórios, divertidos ou que exigem pouco esforço de concentração.</p>



<p>Em seu livro Rápido e Devagar (Ed. Objetiva, 2011), o psicólogo comportamental e vencedor do Nobel da Economia Daniel Kahneman também explica por que estamos exaustos ao dedicarmos tanta atenção a tanta informação. Quanto menos exigimos de nosso cérebro, maior nossa economia psíquica. Por isso, é mais cômodo que, na maior parte das vezes, utilizemos o que o autor aponta como sistema 1 de pensamento, que é menos aprofundado e requer menos elaboração. É o que nos faz pensar rápido. Pensar devagar exige um aprofundamento mental para o qual, hoje, nem todos se apresentam disponíveis ou dispostos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="680" height="453" src="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/daniel-kahneman-1.jpg" alt="" class="wp-image-4117" srcset="https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/daniel-kahneman-1.jpg 680w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/daniel-kahneman-1-300x200.jpg 300w, https://brandedcontentbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/daniel-kahneman-1-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption>Daniel Kahneman (Imagem: reprodução)</figcaption></figure>



<p>A visão dos dois autores embasa nossas decisões sobre branded content. Muitos produtos audiovisuais de branded content são conteúdos informativos, como documentários ou séries investigativas, por exemplo. Estes mesmos conteúdos informativos atuam nas etapas em que o consumidor pode ampliar sua paixão e sua consideração por uma marca. No entanto, em uma sociedade que exige esforços de concentração na luta para a sobrevivência e para a dissecação da avalanche de informações às quais todos somos submetidos constantemente, atrelar o conteúdo de uma marca a formatos que exigem concentração pode não garantir dedicação da audiência.</p>



<p>Então, a sugestão é trabalhar o branded content em formatos de entretenimento, como fez a Cônsul nesta ação com o humorista Paulo Gustavo?</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="NA COZINHA COM PAULO GUSTAVO ❤️" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/GeifRbpl_vk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>A resposta não é tão simples, e é por isso que a leitura de Türcke pode contribuir. Repare no trecho do documentário feito pela Arteris com o grupo Discovery para narrar a obra de duplicação da estrada da Serra do Cafezal, que liga São Paulo a Curitiba.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Serra do Cafezal" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/KArs62VSPew?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>As belas imagens atuam como descansos retinianos, que permitem que a mensagem, densa, sobre engenharia, seja passada de uma forma mais amena e, sobretudo, espetacular. São elementos como este, que estão concentrados hoje na visão artística que um <em>filmmaker</em> oferece para um trabalho audiovisual, que vão auxiliar gestores de marcas a garantir que seu branded content, mesmo em tom informativo, possa ser assimilado com menos esforço por parte da audiência.</p>
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